Luiza Figueiredo

Luiza Figueiredo é natural da cidade de São Paulo, porém toda sua família é do Rio de Janeiro e na sua infância passava suas férias na cidade de Nova Friburgo, interior do Rio. Sua família tinha o hábito de montar quebra-cabeças. Luiza ganhou seu primeiro quebra-cabeças aos sete anos de idade e em cada data comemorativa ganhava ou pedia um quebra-cabeças de parentes, amigos e de todas as pessoas que sabiam do seu gosto pela brincadeira.
Foi assim que sua coleção começou, “Nunca pensei em ser uma colecionadora ou uma recordista, sempre queria mais um, não importava se ele era usado, pois para mim, ele era novo! Eu adoro montar quebra-cabeças, é uma ótima terapia, me traz muita satisfação e prazer”, conta a recordista.
A Recordista tem por objetivo divulgar da Coleção e despertar o interesse nas pessoas de todas as idades na montagens de quebra-cabeças.

Luiza Figueiredo

"Quarto dos Sonhos, onde todos os puzzles montados estão expostos!"

Luiza Figueiredo

Recordista Brasileira e Mundial
Maior Coleção de Quebra-cabeças

  • 2017 - Largest Collection of Jigsaw Puzzles - 1047 puzzles montados
  • 2012 - Largest Collection of Jigsaw Puzzles - 502 puzzles
  • 2010 - Largest Collection of Jigsaw Puzzles - 238 puzzles

Recorde em numero de caixas:

  • 2015 - 1090 caixas de quebra-cabeças
  • 2012 - 502 caixas de quebra-cabeças
  • 2010 - 259 caixas de quebra-cabeças

Recorde em numero de quebra-cabeças montados:

  • 2015 - 686 quebra-cabeças total 326.821 peças
  • 2012 - 306 quebra-cabeças total 183.405 peças

História do Quebra-Cabeças

Quem inventou o quebra-cabeça foi cartógrafo inglês de nome John Spilsbury. Ele criou um mapa sobre madeira e cortou os países em suas fronteiras. O resultado disso foi um brinquedo didático que tinha o objetivo de ajudar as crianças a aprender mais sobre geografia.

O sucesso foi tão grande que em 1820, os quebra-cabeças já eram um dos principais brinquedos didáticos, e não demorou muito para se popularizar como um jogo interessante para todas as idades, sendo impressos em diversos materiais e saindo do âmbito puramente educacional.

Foi então entre os anos 1920 e 1930 que os quebra-cabeças atingiram seu ápice, quando diversas fábricas pelo mundo começaram a produzir e vender esse brinquedo agora feito de papelão.

Vários tipos de quebra-cabeças foram inventados desde então, os mais fáceis, os mais difíceis e até os quase impossíveis. Em suas variações, podemos encontrar quebra-cabeças: redondos, ovais, panorâmicos tanto horizontais como verticais, quadrados, retangulares e os incríveis 3D com os mais diversos formatos, desde construções até objetos como vasos, esferas, luminárias.

Montar quebra-cabeças é bom para o cérebro?

De acordo com cientistas da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, resolver quebra-cabeça entre os dois e quatro anos de idade ajuda, de fato, a desenvolver habilidades espaciais e matemáticas, que serão de grande utilidade na vida adulta. Na verdade, as pessoas que, quando crianças, brincavam com quebra-cabeça, apresentam maior habilidade para converter formas mentalmente quando adultas.

Esta habilidade é um indicador chave da tendência de obter boas notas em estudos de ciências, tecnologia, engenharia e matemática na vida adulta. De acordo com publicações da revista Developmental Science, a linguagem sobre os conceitos espaciais que os pais utilizam com as crianças também pode influenciar no desenvolvimento dessas habilidades cognitivas.

Entretanto, um estudo publicado na revista Archives of Neurology revela que as pessoas que fazem palavras cruzadas e resolvem quebra-cabeças têm menos presença da proteína beta-amilóide em seus cérebros. A proteína é o principal componente da placa amilóide, que acompanha o desenvolvimento do Alzheimer.

Fonte: Unversia Brasil

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